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June 16, 2023

FAGALES IN NEW WORLD ✅

UPDATE IN 29.09.2024

In the New World there are 350 spp. from Fagales in 22 genera, being 239 Fagaceae in Castanea (3), Chrysolepis (2), Colombobalanus (1), Fagus (1), Lithocarpus (1) and Quercus (231); 38 Juglandaceae in Alfaroa (5), Carya (13), Juglans (17) and Oreomunnea (3); 34 spp. of Betulaceae in Alnus (10), Betula (17), Carpinus (2), Corylus (2) and Ostrya (3); 28 Myricaceae in Comptonia (1), Myrica (17) and Morella (10); 10 Nothofagaceae in Fuscospora (1), Lophozonia (4) and Nothofagus (5); and one Ticodendraceae in Ticodendron (1).

For comparison, China has 404 spp in this order, (7/)291 spp. from Fagaceae, (6/)89 sp. from Batulaceae, (7/)20 spp. from Juglandaceae and (1/)4 spp. of Myricaceae (Flora of China).

Almost 2/3 of New World Fagales are Quercus (231), and almost a half are Mexican Quercus (137). Mexico has 162 spp., c. 84% only Quercus. Mexico has 128 Myrtaceae. Brazil has 1,153 spp. in this family. Brazil has 3.5✕ more Myrtaceae than the sum of all Myrtaceae and Fagales in Mexico.

America Latina is one of the centers of Fagaceae distribution, at least for the genus Quercus. There are a total of 145 Fagaceae species native to America Latina of which 143 are Quercus, with the other two being one species of Fagus and one species of Trigonobalanus. Within Quercus, 32 species that occur in America Latina extend into the U.S.A. and one, Q. muehlenbergii, ranges as far north as Canada. By far the main center for Quercus in America Latina is Mexico (137 spp. of which 83 are endemic); the number of species rapidly falls off in Central America, and only one species (Q. humboldtii) occurs in South America (Colombia), in Bartholomew & Almada (Phytotaxa, 2023).

U.S.A. has 151 Fagales, being 96 Fagaceae, 30 Betulaceae, 17 Juglandaceae and 8 Myricaceae. Brazil has, only in Myrcia, 3✕ more species tham all Fagales from U.S.A.

June 10, 2023

NEW WORLD ANGIOSPERM ENDEMIC FAMILIES ✅

LAST UPDATED IN 29.09.2024
⋵: 'ENDEMICS'

In old classifications, other families endemic to a country were already recognized as valid. It is the case of Leiteriaceae Benth. (DELTA INTKEY), composed by Leitneria floridana Chapm. and L. pilosa J.A.Schrad. & W.R.Graves, known from Missouri, Arkansas, Texas, Georgia and Florida states in U.S.A., now united within Simaroubaceae (POWO); Duckeodendraceae Kuhlmann (DELTA-INTKEY), known only from Duckeodendron cestroides Kuhlmann, endemic to Amazon forest in Amazonas and Pará states in northern Brazil (GBIF), now under Solanaceae; and and Pterostemonaceae (Engl.) Small (DELTA-INTKEY), known from three species endemics to Mexico, now within Iteaceae (POWO).

Finally, some families are almost endemic of countries, such as Stegnospermataceae Nakai in Mexico (4 spp., all in Meexico, 3 endemics and one up to Central America and Caribbean, POWO), and Rhabdodendraceae Gilg. & Pilg. in Brazil (3 spp., all from Brazil, two endemics and one up to Guianas, Venezuela and Colombia, POWO), both Caryophyllales.

October 13, 2022

QUAL A MAIOR DOLINA DO BRASIL?

As dolinas são cavidades naturais a nível de solo em regiões carsticas (Cunha et al, Biota Neotrop., 2009), com gêneses variadas, mas sempres naturais; existem notáveis referências a cavidades de colapso, como recentemente reportadas no norte do Chile (G1) e em Oaxaca no México (Olhar Digital), mas estas parecem estar associadas a atividades humanas. A mais colossal dolina do mundo é a Xiaozhai Tiankeng, na região administrativa especial de Chongqing na China (Newsweek).

No Brasil as dolinas são fracamente estudadas. Ferreira e Uagoda (Revista Brasileira de Geografia Física, 2020) discutiram a literatura em dolinas no Brasil, tabelaram trabalhos que citam mais de 17 mil delas no país, a gritante maioria pequenas depressões no relevo. Muitos dos trabalhos levantados trazem caracterizações destas dolinas, sendo que dois são relevantes de análise neste texto: largura e profundidade. A pergunta que se faz é: qual a maior dolina do Brasil?

O levantamente bastante preliminar do Vox Hub na escassíssima literatura de rankings nacional permitiu listar três nomes fortes: Buracos das Araras, Jardim, Mato Grosso do Sul, citadas fartamente como a maior do Brasil (Wikipedia-PT); Lagoa Misteriosa, também em Jardim/MS; e Buracos das Araras/Dolina dos Maracanãs, em Formosa, Goiás. As duas primeiras são analisadas em Sallum Filho & Karmann (Revista Brasileira de Geociências, 2007), enquanto a segunda não foi encontrada em trabalhos acadêmicos, estando aqui embasada nos dados postos em Notas Geo (LINK, 2022).

Uma análise rápida permites descartar o Buraco das Araras/Jardim, pois ela tem abertura e profundidade menor que a Lagoa Misteriosa: 400m/200m ✕ 125m/70m, e 75m ✕ 60m, em ordem. Mais que isso, apesar da fama, o Buraco das Araras/Jardim é menor que o Buraco das Araras/Dolina dos Maracanãs, que tem 105m de profundidade e pelo menos 295m de largura.

LAGOA MISTERIOSA (ESQUERDA) E DOLINA DOS MARACANÃS (DIREITA)
Nestes termos, podemos considerar que a Lagoa Misteriosa é a maior dolina do país, ligeiramente maior que o Buraco das Araras/Dolina dos Maracanãs. No entanto, no sentido de representatividade cênica, apesar da imorredoura beleza da Lagoa Misteriosa, a segunda, por ser uma dolina seca com eccosistema florestal associado distinto dos arredores, é aqui tomada como a mais representativa; ou, como consenso, o Buraco das Araras/Dolina dos Maracanãs pode ser considerado a mais representativa dolina seca do Brasil. Contudo, ambas se conectam com cavidades subterrâneas em suas partes laterais ou inferiores.

February 08, 2022

ESSE DIA FOI LOUCO

Situação do hemisfério Ocidental norte em 14 de setembro de 2020, mostrando não 1, 2 ou 3, mas 6 sistemas ciclonais simultâneos, 5 no Atlântico e 1 no Pacífico, em diferentes estágios de seus percursos. Dificilmente este recorde será quebrado nas próximas décadas.